Wednesday, December 27, 2006

Um Salto Para o Desconhecido

Fourcaville – 06 de Junho de 1944

Caro Francis,

O que vou lhe contar agora, possui um conteúdo muito forte e violento, portanto peço-te que filtre o máximo dos detalhes para que você conte aos meus pais, ok? Mas eu estou bem, só estou um pouco cansado.

Bom, vamos ao começo: O nosso C-47, se não me engano, foi o quinto a decolar, isso depois que os rebocadores dos planadores já o fizeram. Eu estava próximo à porta traseira, sentado e de cabeça baixa. Durante o percurso, sentia-se uma tensão quase que de velório no avião. Alguns dos meus homens estavam orando, outros fumando, outros “brincando” com os “clikers”, enfim, eles buscavam uma maneira de se acalmar.

Então, o Sargento Stuart se levantou e gritou (só assim pudemos ouvi-lo), gesticulando:
- DE PÉ!!! – todos nós levantamos.
- ENGATAR!!! – todos engataram o cabo do pára-quedas principal, no avião.
- CHECAR EQUIPAMENTO!!! – e todos nós começamos a puxar todas as correias e presilhas que possuíamos no nosso uniforme. Checamos, principalmente, os dois pára-quedas.
- SOAR CHECAGEM!!! – e o último começou gritando o seu número (15) e “ok” , passando para o próximo que gritou o seu número (14) e “ok”, e assim sucessivamente até chegar em mim, que era o número 2 mas o primeiro à saltar, pois o Sargento Stuart saltaria por último pra ajudar até o último homem.
- À PORTA!!! – e todos nós nos aproximamos da porta de saída da aeronave.

Foi então que eu olhei para os outros aviões e vi os tracejos dos disparos das “Flakvielings” (baterias anti-aéreas alemãs, conhecidas como “Flaks”), iluminando o céu, e alguns aviões sendo atingidos e mergulhando para uma morte certa em um campo de trigo francês (eu me pergunto: Será que algum daqueles rapazes teve o pressentimento que iria morrer, naquela noite? Será que esses mesmos rapazes aproveitaram a vida?). Foi então que o Sargento gritou:
- ESPEREM PELA LUZ VERDE!!!!
E o Sammy, que saltaria depois de mim, gritou:
- OK SARGE, VAMOS LÁ!!!!

Foi então que a luz verde acendeu e eu gritei:
- VAMOS LÁ!!!!!! – eu saltei logo em seguida e um segundo depois o Sammy saltou. E eu me pergunto: A vida é ou é ou não é irônica? Eu fico imaginando o teria acontecido se o Sammy tivesse demorado não um, mas dois segundos para saltar.

Quando estávamos descendo, eu olhei para a minha esquerda e vi o Sammy, que me olhou e fez um sinal de positivo. Logo depois disso, um disparo de “flak” o atingiu, matando-o instantaneamente. Quando atingi o chão, me ajoelhei e olhei ao meu redor, para ver se os “Krauts” (era assim que chamamos os alemães) estavam perto, então eu tirei a bóia de flutuação e percebi que eu perdi a minha bolsa de perna, então eu pensei: “Que ótimo. Isso é o que eu chamo de maneira excelente de se começar”. Sorte que a minha colt.45 tava no coldre que estava preso ao meu corpo. Então eu a tirei e corri na direção onde o Sammy tinha caído. Por um instante eu achei que ele ainda estivesse vivo, que bobagem. Quando cheguei, ele ainda estava pendurado na árvore, então eu o desci, tirei a sua do “dog tag” e fechei os seus olhos, mas antes de ir embora eu notei que a sua bolsa de perna não tinha se perdido e ainda estava lá. Então eu à abri e para a minha surpresa, a arma que ele carregava era a mesma que a minha: uma submetralhadora Thompson. A minha munição (das suas armas) ainda estava comigo, então eu peguei todos o conteúdo da bolsa dele e segui em frente.

Eu andei quanto? Acho que uns 3 km. Eu estava seguindo, próximo á uma pequena propriedade e foi então que eu ouvi um barulho em uns arbustos perto de mim. Apontei a minha arma e sussurrei: “Raio” (é uma senha: Raio deve ser respondido por Trovão) e ouvi responderem: “Trovão”. Relaxei o dedo no gatilho e perguntei: “Quem está aí?”, e aí eu ouvi: “Oak? É você?” – eles se mostraram e eu vi que eram o Nox e Topak, ambos do meu grupo, que logo me perguntaram à respeito do Sammy, eu respondi balançando a cabeça negativamente e eles logo entenderam. O Nox carregava uma B.A.R. (Browning Automatic Rifle – Rifle Automático Browning) e o Topak carregava um fuzil Garand (Garand versão para infantaria, com pente de 8 cartuchos). Eu perguntei a eles se eles sabiam onde estávamos e o Nox respondeu: “eu vi uma placa lá atrás escrito Saint Maire Egliese, Sarge”.

Já sabendo onde estávamos, seguimos até uma fazenda nas redondezas, onde estava localizada uma bateria anti-aérea alemã. Paramos nos arbustos próximos e o Nox me perguntou: “vamos atacar, Sarge?” E eu respondi que sim. E quando nos preparamos, vimos um planador que, voando baixo, bateu no chão próximo a posição da bateria. Fiz um sinal para os meus homens para avançarmos e atacarmos os krauts antes que eles atacassem o planador, mas quando pensamos em começar o ataque, a porta do planador se abriu e só foi possível ouvir os disparos de Thompson, BAR e Garand que dizimaram os krauts que tentaram atacar. Eu e os meus homens nos aproximamos do planador com cautela e quando chegamos lá, percebi que o comandante era ninguém menos que o sargento Angie Dubowski (portava uma M1 Garand Paratrooper, com pente de 15 cartuchos). Fiquei surpreso de vê-lo fazer aquela entrada exótica e ele também, ao me ver ali, bem na frente dele – eu penso que às vezes as coisas acontecem porque devem acontecer. O Angie tava com 2 homens ,os únicos sobreviventes da queda do planador: o cabo Andrey Tomasso (natural da Pensilvânia e portava uma BAR) e o soldado Ross Taylor (natural do Kansas e portava uma Thompson). Decidimos que seria melhor ficarmos juntos e rumarmos para o norte, como nos foi instruído, então pegamos toda a munição que pudemos carregar e começamos a andar. Estava muito escuro naquela noite, parecia que nunca mais iria clarear, e a nossa única luz eram os “flashs” das baterias anti-aéreas alemãs, iluminando o céu. Chegamos à uma outra fazenda, e logo ouvimos: “Raio” e respondemos quase que imediatamente: “Trovão” – era o Major Donald “Duck” Topawisk da 101 Divisão (foi ele que pediu a minha transferência para a mesma). Ele nos disse que acabara de montar um Posto de Comando (P.C) nessa mesma fazenda, e para relaxarmos e esperar amanhecer para começarmos à agir.

Eu não consegui dormir, só dei uns cochilos. Ainda de madrugada, levantamos e logo o major, que já estava de pé, nos deu uma tarefa especial: capturar uma estação de artilharia costeira, localizada próxima da “Saída 4” (perto da praia de Utah), nos arredores de um pequeno vilarejo. Fomos apenas nós seis: Eu, Topak, Nox, Angie, Tomasso e Taylor.

Na estação haviam dois canhões de artilharia, mais conhecidos como Flak 36, que estavam sendo protegidos por dois grupos de quatro alemães cada. Alguns desses alemães estavam conversando, alguns ainda dormindo e outros estavam limpando as suas armas. Como tinha muita vegetação, foi possível uma aproximação sigilosa. Quando estávamos próximos para um ataque surpresa, o Angie sugeriu que ele pegasse o flanco direito e eu o esquerdo. E assim o fizemos. Entramos em posição para atacar, lançamos nossas granadas e depois que essas explodiram, atacamos o alvo e atiramos em qualquer um que estava vestindo cinza. Capturamos, enfim a estação, sem perdas nossas. Então decidimos rumas para as proximidades da praia de Utah. Chegando lá, vimos um enorme grupo de alemães em retirada. Não tivemos dó, começamos a atirar e a derrubar cada um dos “krauts” que conseguimos ver e os que se rendiam, mandávamos, gesticulando com as armas, à deitarem no chão com as mãos atrás da cabeça. Quando isso tudo acabou, tratamos de nos recarregar, com o pessoal da 4ª Divisão de infantaria, que acabara de desembarcar, e de rumar em direção à nossa próxima parada: Saint Come Du Mont. Na verdade, esse era objetivo da 101 Divisão. O pessoal da 82 Divisão teria que capturar Saint Saveur.

Bom, saindo da praia de Utah, andamos alguns kilometros e chegamos á Fourcaville, uma cidadezinha, não muito longe de Saint Come Du Mont. Havia muita resistência lá, me pergunto: da onde os alemães tiravam fôlego para lutar? Não foi fácil passar por Fourcaville. Os alemães que não recuaram, foram aniquilados. Não tivemos piedade de nenhum. Lembro perfeitamente de em um ataque à um pequeno grupo, de ter descarregado a minha arma...ainda lembro dos rostos, das expressões de dor e sofrimento daqueles infelizes, mas guerra é guerra, não se pode vacilar, e eles vacilaram. Quase morri, quando eu perdi a minha atenção por um segundo, mas graças aos céus, eu tinha ótimos soldados ao meu lado para me cobrirem. E falando em soldados, hoje eu reencontrei o Judas e o Fox, que rumaram para Fourcaville, depois que esta foi transformada em um P.C.

Concluindo, esse, definitivamente, se tornou o meu grupo. Estamos em 8 agora:

Oak (eu) – 101 Airb.Div. – Thompson
Topak – 101 Airb.Div. – M1 Garand (versão p/ infantaria – pente de 8 cartuchos)
Nox – 101 Airb.Div. – B.A.R
Judas – 101 Airb.Div. – Garand Paratrooper (versão p/ pára-quedista – pente de 15 cartuchos)
Fox – 101 Airb.Div. – Thompson

Angie – 82 Airb.Div. - Garand Paratrooper (versão p/ pára-quedista – pente de 15 cartuchos)
Tomasso – 82 Airb.Div. – B.A.R
Taylor – 82 Airb.Div. – Thompson

Bom Francis, sobrevivi ao Dia D, mas sei que muito não tiveram a mesma sorte que eu ou dos outros caras do meu grupo. Oro à Deus, hoje, agradecendo principalmente por ter sobrevivido e pelas famílias daqueles que se foram. Escreverei novamente, ok? Diga aos meus pais que, apesar de tudo, eu estou bem. Fique com Deus.
Um abraço

Luke Oak

P.S: Finalmente eu consegui o que você me pediu: uma Luger “novinha” – o kraut nunca teve a chance de usá-la mesmo. Quando eu voltar para casa, eu à levo, porque se eu mandá-la pelo correio, é bem provável que a descubram, agora que a inteligência está abrindo toda a correspondência de todo e qualquer soldado, por motivos de segurança das operações militares.

Labels:

Friday, December 22, 2006

Encarando o Destino

Inglaterra – 05 de Junho de 1944


Queridos mamãe e papai


Ontem, recebemos um falso alerta de que saltaríamos. Nos fizeram colocar todo o equipamento – aproximadamente 90 Kg -, passar a graxa de camuflagem no rosto pra depois nos avisarem que não teria salto porque a região da Normandia estava encoberta com uma neblina muito espessa e que por causa dela, os pilotos dos aviões e dos planadores não conseguiriam encontrar as zonas de salto. Só pra vocês terem uma noção básica da quantidade de equipamento que cada um de nós teria que carregar, aqui vem uma descrição:
-Ração K para 15 dias
-Água
-Minha Submetralhadora Thompson + aproximadamente 30 carregadores (cada um com 20 cartuchos) com munição
-Minha pistola Colt. 45 + munição
-4 minas Hawkeyne
-20 Kg de explosivos do tipo TNT
-4 Granadas Mark II
-Equipamento de uso pessoal (que inclui objetos de uso pessoal + meias)
-Uma pá para cavar trincheiras
-3 jogos de cordas (cada uma com mais de 10 metros)
-O pára-quedas principal
-O pára-quedas reserva
-Uma faca de cinto
-Uma faca de correia (fica na correia da mochila)
-Uma faca de perna

Sorte que parte desse equipamento vai em uma bolsa de perna (ela tem esse nome porque fica situada entre as pernas, presa somente por uma corda) – somente as armas (com excessão da pistola e das facas), o resto carregamos preso ao nosso corpo mesmo.

Bom, pra ir direto ao assunto, hoje eu vou saltar mesmo, já estou com todo esse equipamento pronto pra ser colocado. Enquanto eu escrevo essa carta, estamos todos sentados perto da nossa pilha de equipamento e perto do nosso C-47, que vai nos levar até o objetivo. Nos deram até sorvete e um texto datilografado pelo comando dizendo aquela baboseira de sempre: “Hoje é o dia para o qual vocês treinaram duramente... e blá, blá, blá”, acho que eles pensam que nos estão fazendo uma cortesia de favor, imagine. E isso, sem falar que eu ouvi um dos oficiais gritando: “Aqueles que não fizeram o seguro de vida, procurem o Capitão Frampton, não deixem que suas famílias percam de ganhar 10 mil U$” – pensei comigo: “Será que a morte é tão engraçada assim pra esse sujeito?”. Aqui no meio dessa algazarra toda, eu reencontrei o cara da 82 divisão, o Sargento Angie Dubowski – eu lembrei o nome da cidade dele: ele é meio canadense e meio americano, mas ele é natural de Halifax, Canadá – que me disse que não iria em um C-47, mas sim em um planador. Desejei boa-sorte a ele e apertamos as mãos, e ele foi pra junto do seu grupo. Logo após isso, o Bob me chamou para começarmos a por os homens dentro do avião, então, vesti todo o meu equipamento e já estou finalizando essa carta para passar a graxa no rosto e, finalmente, me juntar à ele.

Fiquem com Deus e não se preocupem comigo porque o meu futuro a Ele pertence. E se algo me acontecer, tenham certeza que eu lutei bravamente. Mas não pensem que essa é uma carta de despedida, pois ainda escreverei contando como foi esse dia que está prometendo ser bem longo.
Orem por mim!
Amo muito vocês dois!!!

Luke Oak

Labels:

Wednesday, December 20, 2006

Próximo da verdade

Inglaterra – 02 de junho de 1944


Queridos Mamãe e Papai


Antes de qualquer coisa, queria agradecer-lhes pelo presente que me mandaram pelo meu aniversário, que apesar de ele ser dia 29, chegou somente agora. O sweater caiu muito bem, obrigado. Ele vai me ser muito útil, perante o clima não acolhedor da Inglaterra.
Sem querer alarmá-los, vou entrar em serviço ativo em 2 dias, ou pelo menos foi isso que nos foi dito no Briefing, que eu mencionei na carta passada. Não posso citar os detalhes, mas me disseram que é grande. Como eu disse antes, o meu futuro a Deus pertence e eu confio Nele.

Hoje, eu e os rapazes do meu esquadrão, fomos ao bar da cidade mais próxima. Eles beberam (na verdade ele “encheram a cara”), eu não, vocês sabem que eu não sou disso, que não gosto de bebida alguma. Lá não tinha só o pessoal da 101, mas tinha também da 82 e foi lá que eu conheci o Sargento Angel Dubowski, conhecido como “Angie” da 82 Divisão Airborne, natural de...eu não lembro do nome que ele me falou, quando lembrar eu escrevo. Conversamos durante horas, principalmente sobre o socialismo Marxista, assunto no qual que ele me pareceu expert. Ele me disse que também assistiu o briefing e acha, assim com eu, que algo grande vai acontecer, só espero que nós dois estejamos errados.

Daqui a alguns dias eu escreverei outra carta a vocês, contando mais coisas.
Fiquem com Deus e orem por mim, ok?

Amo vocês!!!

Saudades,

Luke Oak

Labels:

Tuesday, December 19, 2006

Um prólogo do destino

Inglaterra - 30 de Maio de 1944


Queridos Mamãe e Papai,

Me desculpem por não ter escrito nos últimos meses, é que o meu correio está com problemas devido à minha transferência. É mesmo, eu não falei pra vocês. Eu Fui transferido da 82 Divisão para a 101 Divisão, Companhia Fox, grupamento 18 e de quebra, fui promovido. Agora eu sou segundo sargento e comando o meu próprio esquadrão, sob o comando do Sargento de Pelotão Robert "Bob" Stuart, ex- oficial de policia do Departamento de Polícia de Nova York.
Bom, eu conheci os homens hoje, cada um mais diferente que o outro:

Cabo Nelson "Nox" Oxford - de Cleveland

Soldado Bill "Judas" Juda - de Idaho

Soldado de Primeira Classe Tread "Sammy" Sammuels - de Nova York

Cabo James Fox - de Mississipi

Soldado Joe Topak - do Alabama

Soldado Allison "Cherok" Bretton - do Texas (ele fala que tem descendência Cherokee)

Cabo Manny "Silver" Silverson - da Califórnia

Soldado Carl "Holyman" Tarso - da Flórida

Soldado Joes Swinger - de Ohio

Soldado de Primeira Classe John Capovich - do Mississipi

Cabo Rennan "Mac" Mclain - de Nova York

Soldado Joshua O'Brian - do Colorado

Soldado Claude "Frenchman" Anderson - do Alabama

Parece que algo grande vai acontecer, pois estão chegando mais e mais soldados. Não se preocupem, pois o meu futuro à Deus pertence. Daqui a 2 dias eu escreverei outra carta contando como as coisas estão. E sim, apesar de tudo eu estou bem e sim, mamãe, eu estou comendo direito (a comida do exército não é de todo o ruim) e sim papai, eu vou dar o melhor de mim, pode apostar nisso.
Agora eu preciso ir, pois estão chamando todos os oficiais e sub-oficiais para um Briefing e o Bob está insistindo para irmos.
Eu amo vocês, não se esqueçam disso. Fiquem com Deus e orem a Ele por mim, ok?

saudades

Luke Oak

P.S: Digam ao Francis que eu vou trazer um souvenir, se eu conseguir um, ok???

Labels:

Friday, December 15, 2006

Apresentação de Death Reports

Death Reports é uma história, baseada em situações reais mas com personagens fictícios (qualquer semelhança é mera coincidência), na qual conta a tragetória e esperiências marcantes do sargento Luke SaintJames Oak, paraquedista da 101 divisão da Aero-transportada, durante o período da segunda guerra mundial, através de cartas mandadas à amigos e familiares, durante a sua atuação no cenário europeu.
Bom, vamos à ficha do protagonista
Nome: Luke SaintJames Oak
Nascimento: 29/05/1919
Idade atual (estamos no ano de 1944): 25 anos
Nascionalidade: Estados Unidos da América - Sacramento, Califórnia
Patente militar: Segundo Sargento
Divisão: 101 Aero-transportada (Airborne)
Companhia: Fox - Grupamento 18 - Segundo esquandrão
Regimento: 502
Formação: cursando o 2 ano do curso de Direito da Universidade de Yale - possui um conhecimento básico/intermediário de francês e alemão.
"Transferido recentimente da divisão 82 Aero-transportada (Airborne) para a 101 Divisão Airborne, o antes soldado e agora Sargento Luke SaintJames Oak, além de uma vasta esperiência de combate, devido às sua atuação na Sicilia em 1943 onde atuou, como soldado, sob o comando do primeiro sargento Thomas Ghastold Junior, possui uma capacidade quase que excepcional de tomar decisões difíceis de modo rápido em situações de grande risco, principalmente sob fogo cruzado. recomenda-se que seja designado para missões que necessitem de homens com mais esperiência. Li o seu histórico militar, juntamente com os relatórios do sargento Ghastold, e acredito que esse homem tem a capacidade necessária para comandar."
Major Donald Topawisk - 25/05/1944
Bom gente...esse aí eh o Oak.
Ele se comunica por cartas, como fora antes mencionado, portanto, eu às postarei assim que me forem transmitidas, ok?
Semper Fi...Carry on!!!
tem mais pela frente...aguardem!!!